«Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.»
Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelli, o “Barão de Itararé” (1895-1971), humorista gaúcho.
«Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.»
Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelli, o “Barão de Itararé” (1895-1971), humorista gaúcho.
«Desligou o telefone com uma violência de PM em serviço.»
Sergio Porto (1923-1968), o Stanislaw Ponte Preta, escritor, cronista, radialista e compositor carioca.
«O homem que se vende recebe sempre mais do que vale.»
Máxima apropriada para os tempos estranhos que vivemos.
Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelli, “Barão de Itararé” (1895-1971), humorista gaúcho.
José Horta Manzano
Lapsus calămi
Lapsus calămi é locução latina usada para designar erro que escapa, por inadvertência, a quem escreve. Há quem considere esse tipo de tropeço um revelador do que o escriba tinha realmente em mente.
Pra explicar a escorregadela aqui abaixo, nem é preciso chamar Freud.
PS: De repente, me dou conta de que os menores de 60 anos devem estar-se perguntando o que é que o título tem que ver com as imagens. Explico. Para o carnaval de 1954, Zé da Zilda compôs uma marchinha muito simples, fácil de memorizar, daquelas que todos se lembram com facilidade. Ia assim:
As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo a mão no saca, saca, saca-rolha
E bebo até
Me afogar.
Fosse hoje, o autor perigava ser processado por incitação ao uso indiscriminado de bebida alcoólica. Na época, o mundo funcionava diferente. A gravação original está no youtube.
«Quem não tem calos é um desgraçado que desconhece o prazer de tirar os sapatos ao chegar em casa.»
Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelli, “Barão de Itararé” (1895-1971), humorista gaúcho
José Horta Manzano
Pressionado, o comitê político do Lula – pomposamente denominado instituto – deu a público uma lista de 41 empresas que pagaram 27 milhões para ouvir nosso guia. Fazendo contas rápidas, dá uma média de 660 mil por empresa, valor considerável.
Vem-me uma ideia. Não resisto em compartilhá-la (como se diz hoje em dia) com meus distintos leitores.
Quantas serão as empresas cujos dirigentes estão fartos de ouvir o Lula falar? Dezenas de milhares, centenas de milhares? Sugiro que se unam e organizem uma vaquinha nacional para recolher fundos e despejá-los no dito instituto.
O óbolo seria amarrado a uma única condição: que o Lula se cale e nunca mais fale em público. Nunca mais. Se for organizada a coleta, contribuirei com gosto.