«O PT, um partido que nasceu nas cadeias, está voltando às origens.»
Frase entreouvida por Sigismeno numa conversa de elevador.
Frase marcante que passou pela cabeça de alguém
«O PT, um partido que nasceu nas cadeias, está voltando às origens.»
Frase entreouvida por Sigismeno numa conversa de elevador.
«Para evitar o impeachment, Lula abriu os braços a oligarcas e representantes do atraso no país. Sarney, Collor, Maluf e Renan são hoje amigos do peito do ex-presidente petista. Eles estão soltos. Dirceu e Genoino estão presos. Faz sentido.»
Vinicius Mota, in Folha de São Paulo, 18 nov° 2013
«Se o presidente da República acha que um condenado foi condenado injustamente ou com excesso pela Justiça, ele pode simplesmente conceder a graça ao condenado através de um decreto presidencial.»
Folha de São Paulo, 19 nov° 2013
«O que é preocupante é que em 2012 [Henrique Pizzolato] passou longos meses na Itália e as autoridades brasileiras não atinaram para essa previsível fuga. O Ministério Público Federal deve tomar a iniciativa nessa questão. Não deve deixar as coisas simplesmente ficarem dessa maneira.»
Arthur Gueiros, Procurador regional da República no RJ, em entrevista a Fausto Macedo, Estadão 18 nov° 2013.
Complemento a meu artigo de 17 nov° 2013 A coisa vai, a coisa vem.
«Militei sempre em campos opostos a José Dirceu em nosso partido e, em termos pessoais, conheço-o muito pouco, mas não hesito em dizer que foi condenado sem provas (…)»
Tarso Genro, governador do Rio Grande do Sul, in Carta Maior.
Sua Excelência é useiro e vezeiro em menosprezar decisões de justiça que não lhe convêm. Quando era ministro, ousou passar por cima de uma decisão da Justiça italiana. Absolveu por conta própria um terrorista condenado por participação em 4 assassinatos. Costuma rechaçar julgamentos que não lhe satisfazem. Não tem moral para contestar o STF.
«Nem o mais mal-intencionado dos biógrafos teria sido capaz de causar às biografias dos ativistas do grupo Procure Saber o dano que eles provocaram às próprias ao embarcar na canoa furada comandada (e devidamente abandonada na hora do naufrágio) por Roberto Carlos.»
Dora Kramer, in Estadão de 7 out° 2013
“Brasil espionar não é pecado, ruim é ser descoberto”
Ricardo Bonalume Neto, in Folha de São Paulo, 4 nov° 2013
«Todo mundo aplaudiu quando Jânio Quadros, naqueles tumultuados sete meses em que exerceu a presidência da República, nomeou um negro para embaixador do Brasil num país da África. Carlos Lacerda foi o único a protestar, lembrando estar vaga nossa embaixada na Suécia: “Vão nomear um lourinho para Estocolmo?”»
Carlos Chagas em sua coluna, in Diário do Poder de 2 nov° 2013, referindo-se à recente decisão da CCJ/Câmara de reservar quota para parlamentares negros.
«Hoje é dia de lamentar o enterro dos nossos impostos escandinavos em negócios africanos, Eike Batista, Petrobrás, Cuba e mordomias oficiais.»
Cláudio Humberto, in Diário do Poder, 2 nov° 2013
«O Mercosul virou um clube político com agenda bolivariana.»
Mac Margolis, colunista, in Estadão de 27 out° 2013
«A doutora Dilma lançou o “Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica”. Madame Natasha acredita que se deve lançar o Plano Nacional de Compreensão dos Planos do Planalto.»
Elio Gáspari, in Folha de São Paulo, 20 out° 2013
Link para os artigos de Elio Gáspari na coluna da direita deste blogue.
«A pós-graduação é para quem já é graduado e, em tese, não sofre mais desvantagens educacionais»
Demétrio Magnoli, comentando o fato de a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ter aderido ao sistema de quotas para seleção de mestrandos e doutorandos. Conferir no site do Instituto Millenium, 17 out° 2013.
Comentário meu:
Essa medida corrobora a crença ― a meu ver, falsa ― de que índios e negros são intelectualmente inferiores. Um disparate total.
«Convivendo com uma terrível sensação de impunidade, já que a cadeia só funciona para quem não tem dinheiro para pagar bons advogados, a intolerância emerge. (…) Como não enxergamos o outro, o outro não nos vê. E assim acumulamos nossos ódios ― o semelhante torna-se o inimigo.»
Trecho do discurso proferido pelo escritor Luiz Ruffato, na abertura da Feira do Livro de Frankfurt ― 2013, que teve o Brasil como convidado de honra.
Embora não esteja perfeitamente de acordo com a argumentação do discursante, acho que seu texto merece leitura. Os fatos históricos que ele menciona são reais e verdadeiros. As soluções que ele preconiza nem sempre empatam com as minhas. Mas cada um é livre de imaginar uma alavanca para tirar nosso país do buraco em que se encontra.
Quem tiver curiosidade de ler o texto integral pode clicar aqui.
«O Corinthians e o governo brasileiro puderam, enfim, comemorar pelo menos uma vitória na primeira semana de outubro. O Itamaraty conseguiu a adesão da Chancelaria cazaque à campanha pela regulamentação da espionagem.»
Rolf Kuntz, jornalista, in Estadão de 5 out° 2013
«O defeito não está no número de legendas. Reside, isso sim, na concepção de que devam necessariamente ser financiadas e sustentadas por dinheiro público. Cortem-se as verbas e consequentemente haverá redução do interesse de se fundarem partidos ao molde de armazéns.»
Dora Kramer, discorrendo sobre novos partidos que pipocam a cada instante. In Estadão, 1° out° 2013.
«(…) o Brasil é a única nação de seu tamanho e status que não dispõe de um serviço sofisticado de contraespionagem ou de coleta e interpretação de informações sigilosas fora de suas fronteiras.
A atitude nacional no assunto é tão relaxada que, como admitiu o próprio ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informações sigilosas são trocadas entre funcionários do governo não em redes intranet seguras, mas via Gmail e outros provedores de internet vulneráveis não só aos serviços de espionagem de países que levam o assunto a sério, mas a qualquer hacker de fundo de quintal.»
Paulo Sotero, jornalista, in Estadão de 18 set° 2013
«A ira de Dilma contra Saboia não se explica apenas por ela se sentir vítima de um crime de lesa-majestade. Tão ou mais grave, a seus olhos, há de ter sido a desmoralização de Evo, a quem o Planalto, desde Lula, presta incompreensível vassalagem.»
Editorial do Estadão de 13 set° 2013 a propósito da fúria presidencial diante da chegada do senador boliviano a Brasília.
«Eu também tenho um sonho. Sonho com o dia em que milhões de exemplares do discurso de Martin Luther King sejam distribuídos, clandestinamente, como material subversivo nas escolas brasileiras.»
Demétrio Magnoli, in Estadão, 29 ago 2013
«Dilma, que discursou de costas para uma estátua de Tancredo, ressaltou sua mineiridade e, com a profundidade que lhe é característica, disse que escolheu São João del-Rei para o evento porque foi lá que nasceram “grandes brasileiros e brasileiras”.»
A presidente da República quando de sua visita à cidade natal de Tancredo Neves. In Estadão, 26 ago 2013.
«Coloquei o capacete e saí andando de moto pelas ruas de Brasília.»
Cândida confissão de dona Dilma, que assim solidifica sua imagem de «garçon manqué», in Folha de São Paulo, 23 ago 2013
Adendo linguístico:
A expressão «garçon manqué», de uso muito difundido, corresponde ao inglês «tomboy», ao espanhol «marimacho», ao italiano «maschiaccio». Os lusos costumam dizer «maria-rapaz». Nenhuma dessas expressões é ofensiva. Não me ocorre um termo do falar brasileiro para designar a mulher de modos pouco femininos.