humor
Máximas do Barão ― 12
«A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados.»
Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelli, “Barão de Itararé” (1895-1971), humorista gaúcho
Em fila
A carvão
Entregador!
Abaixo chaves!
Campanha eleitoral
Ecologicamente correto
Sensibilidade
Quem foi o engraçadinho?
Cega, alquebrada e impotente
Frase do dia — 120
«Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensa. Hoje, pedem voto.»
Entreouvido num ponto de ônibus.
Comandante
Rapidinha 20
José Horta Manzano
Com a voz embargada
Pai, o que são embargos infringentes?
― É o seguinte, meu filho: imagine que nossa casa seja um tribunal e que, quando alguém erra, é julgado pelo voto de todos. Um dia, por exemplo, o papai comete um deslize e é apanhado traindo sua mãe com uma prostituta. Eu passarei por julgamento.
Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho votam pela minha condenação. Meu pai, minha mãe, a Lelé e a Mimi, nossas gatinhas, votam pela minha absolvição.
― Tá, pai, mas aí você terá sido condenado por 6 a 4, não?
― Sim. Mas é aí que entram os embargos infringentes, filho. Como eu recebi quatro votos a favor da absolvição, tenho direito a novo julgamento.
― Mas pai, no novo julgamento todos vão votar do mesmo jeito!
― Não se eu tiver trocado a sua mãe, o pai dela e a mãe dela, sua irmã mais velha, você e o seu irmão mais velho por 6 prostitutas da minha confiança, pagas para me inocentar!
Historinha entreouvida por aí.
Acabou-se o nosso carnaval
Como se escolhem os ministros
Era uma vez um rei que queria ir à pesca. Chamou seu ministro de Meteorologia e pediu-lhe a previsão do tempo para as horas seguintes. O ministro assegurou-lhe que não ia chover.
No caminho, o rei encontrou um camponês montado num burro. Ao ver o monarca e seus apetrechos de pesca, o campônio achou melhor prevenir:
«É melhor Vossa Majestade regressar ao palácio porque vai chover muito.»
O rei cogitou com seus botões:
«Ora, eu tenho um ministro meteorologista ― por sinal muito bem pago ― que me disse o contrário. Vou mais é seguir em frente». E assim fez.
Não deu outra: a chuva torrencial logo veio e arruinou a pescaria. O rei ficou encharcado e apanhou um resfriado. Furioso, voltou ao palácio e, entre dois espirros, demitiu o ministro.
Ato contínuo, mandou chamar o camponês e ofereceu-lhe o cargo. Em sua simplicidade, o homem foi sincero:
«Majestade, não sou político nem entendo nada disso. Só sei é que, quando as orelhas do meu burro estão caídas, é sinal de chuva. Não falha nunca.»
O rei então usou a lógica: nomeou o burro.
Foi assim que teve início o costume de nomear burros que, desde então, têm as posições mais bem pagas no governo.
Florilégio de humor ― 4
Florilégio de humor ― 3
Florilégio de humor ― 2
Miscelânea de humor ―2
- by Alberto Correa Alpino, desenhista capixaba
- Sonhando com o Pequeno Príncipe
by Alexander Umyarov, desenhista russo
- by Pol Leurs, desenhista luxemburguês
- Fitness
by Clive Collins, desenhista britânico
- As bolsas da presidente
vistas por Lezio Júnior, desenhista paulista
- A semana vista por Amarildo Lima, desenhista capixaba
- by Alexader Umyarov, desenhista russo
- by Ronaldo Cunha Dias, desenhista gaúcho
- Primeira classe, executiva e econômica
vistas por Mihai Ignat, desenhista romeno
- Manifestação popular na era da informática
vista por Doğan Arslan, desenhista turco














































