A queda de Parente e o Brasil

José Fucs (*)

A saída de Pedro Parente da Petrobrás é sinal do quanto o capitalismo é mal compreendido no Brasil, do populismo que impera na arena política e da enorme resistência da sociedade em repor o país nos eixos. Mais que tudo, no momento, a saída amplifica as dúvidas e as preocupações sobre nosso futuro, com as escolhas que faremos nas eleições de outubro.

Parente caiu não por seus eventuais erros, mas por seus acertos. Executivo tarimbado, ele reergueu a Petrobrás dos saques feitos pelo PT e por seus aliados. Procurou administrá-la como empresa privada, de olho nos resultados, sem ceder a pressões políticas e sem fazer demagogia com o preço dos combustíveis.

A blindagem que promoveu contra a pilhagem dos políticos e o uso da Petrobrás como ferramenta de política econômica provocou a ira das esquerdas e da direita pitbull, que realizaram verdadeiro massacre contra ele nos últimos dias nas redes sociais. Pior para o Brasil.

(*) José Fucs é jornalista.

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