Educação

José Horta Manzano

No verbete ‘Educação’, o Dicionário Houaiss é claro. Garante que:


“Educação é a aplicação dos métodos próprios para assegurar a formação e o desenvolvimento físico, intelectual e moral de um ser humano.”


Ministro da Educação é o profissional que vela pela aplicação e pelo bom cumprimento das diretivas mestras relativas à Instrução Pública nacional. Como sabemos, nosso ensino é laico, obrigatório e gratuito.

Diretivas elaboradas num ambiente como o Estadão descreve, sem música mas com acompanhamento de gritos e socos na mesa não podem dar bons frutos. Para começar, de onde saiu essa gente que, para se entender, recorre a gritos e a socos na mesa? Serão trogloditas que o capitão esqueceu de levar na bagagem?

O presidente da República (e seus assessores) têm absoluta necessidade de dar maior atenção à escolha dos que cuidam da Educação nacional. É um terreno por demais importante para ser largado nas mãos de gente que, contrariada numa reunião de trabalho, arregaça as mangas e chama pra briga.

Indivíduos que só conseguem se entender no grito e na pancada não servem para estruturar a Instrução Pública. Seja qual for o motivo do barraco, teriam de ser demitidos imediatamente.

“Dor de cabeça” ou “problemas familiares” não servem como desculpa para a violência no trato profissional.