Produto de exportação

José Horta Manzano

Surf trem 2A estupidez humana não tem limites. A informação que nos traz o Kvällsposten ― do grupo editorial sueco Expressen ― é de cair da cadeira. Na Suécia também há jovens suficientemente insanos para surfar no teto de trem em movimento. Lá como cá, é inevitável, acidentes graves acontecem.

A reportagem conta o caso de um certo Axel Schylström, que teve a destrambelhada ideia de bancar o equilibrista em cima de um vagão de trem lançado a 100 km/h.

O que tinha de acontecer aconteceu. De pé em cima do vagão, o jovem nem chegou a roçar o cabo de alimentação, mas seu corpo passou perto demais. Um arco elétrico se formou e mandou-lhe uma descarga de 16 mil volts.

Navegue na internet, não no trem

Navegue na internet, não no trem

Isso foi dois anos atrás, quando o rapaz tinha 19 anos e era jogador de futebol num time sueco. As queimaduras, além de cobrir 70% de seu corpo, penetraram até ramificações nervosas. Faz dois anos que o infeliz tenta consertar o estrago com operações e terapia. Dizem os médicos que nunca voltará ao que era. Ficou marcado para a vida. E ainda deve se alegrar por estar vivo.

O artigo conta que esse «esporte» imbecil teve origem na América do Sul, especialmente no Brasil, onde, de 1989 pra cá, 150 casos mortais já foram registrados.

Termina com um sábio conselho: para qualquer atividade, é sempre mais conveniente comprar um bilhete. É mais seguro.

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