«Na política externa, mesmo que a reforma do Conselho de Segurança da ONU andasse, qual a contribuição efetiva do Brasil à segurança internacional se, no próprio território, 50 mil homicídios/ano superam a destruição de vida nos conflitos do Afeganistão, do Iraque e do Sudão?»
Marcos Troyjo, economista e cientista social, em sua coluna in Folha de São Paulo, 28 fev° 2014.
Caramba! Eu nunca tinha pensado no assunto a partir desse ângulo! Se não temos capacidade de oferecer segurança aos cidadãos do próprio país, que sentido haveria em fazermos parte do Conselho de Segurança da ONU???
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