Mais uma que ganho

José Horta Manzano

Nestes tempos de pandemia, qualquer pessoa sã de corpo e de espírito ficaria eufórica com boas notícias sobre o avanço da pesquisa de vacina. E se sentiria entristecido com notícias más.

Eu disse ‘qualquer pessoa sã de corpo e de espírito’. Não é, à evidência, o caso de doutor Bolsonaro, que festejou a suspensão dos testes de uma das vacinas, determinada em decorrência de um acidente de percurso.

A obsessão de nosso D.Quixote tupiniquim de fugir do perigoso chip comunista, que será inoculado nos brasileiros junto com essa vacina, é maior do que seu empenho em garantir a saúde do próprio povo.

Com um presidente tão amigo, quem precisa de inimigos?