«Coisas da política e do destino: tão diferentes, e por motivos distintos, os arqui-inimigos Eduardo Cunha e Dilma Rousseff chegaram ao mesmo fim, praticamente na mesma hora e negando com igual ênfase as próprias “pedaladas”.
Ele foi afastado ontem da presidência e do mandato e ela caminha para o mesmo fim na semana que vem, nos dois casos sem perspectiva de volta e sob aplausos da maioria da população brasileira. O próximo na linha de sucessão ‒ no bom e no mau sentido ‒ é o presidente do Senado, Renan Calheiros.»
Eliane Cantanhêde, em sua coluna do Estadão, 6 maio 2016.
Tudo está desaminador, veja o provável ministério do futuro presidente Temer. Veja também o sucessor do Cunha. É preocupante! Nesse andar da carruagem Renam Calheiros é só mais uma preocupação!
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