Caminhos para o futuro

José Horta Manzano

Corre por aí uma passagem curiosa que teria tido, como personagem principal, Georges Clémenceau (1841-1929), homem de forte personalidade, primeiro-ministro e estadista francês. Segundo a historieta, um dia alguém teria dito a ele que o Brasil era o país do futuro. E Clémenceau, na lata: «E vai continuar sendo por muito tempo».

A historinha é maldosa, mas, convenhamos, não desprovida de conteúdo. A prova é que ainda hoje, passado um século, continuamos dizendo que o nosso é o ‘país do futuro’. Um futuro que, ai de nós, nunca chega. Não chega na vida real – no nosso falar, é diferente. Que utilizemos fala tensa ou linguajar caseiro, temos nada menos que quatro caminhos para indicar o futuro.

Este post fala de algumas curiosidades da língua portuguesa. Se o distinto leitor estiver interessado em ler mais adiante, o artigo está inteiro no meu outro blogue especializado em línguas: Língua de Casa.