Fim da fila

José Horta Manzano

Com relação ao coronavírus, o Brasil está desperdiçando a sorte (se é que se pode falar em sorte) de estar no fim da fila. Ásia e Europa estão na linha de frente e tiveram de começar a enfrentar o Covid-19 há semanas ou até meses. O que europeus e asiáticos fizeram de certo e o que fizeram de errado tem de servir de guia do que se deve fazer e do que se tem de evitar.

Atitudes como a do presidente neste último domingo são verdadeiro crime contra a nação. No espaço de uma hora, ele fez tudo o que tem de ser banido, caso se queira conter a expansão do vírus.

Fim da fila

Bolsonaro é importante, mas, por sorte (e aqui se pode falar em sorte), não é a única autoridade no Brasil. Há ministros, parlamentares, cientistas, médicos, influenciadores de todo tipo, que podem (e devem) neutralizar o primitivismo do presidente. Têm de soltar a voz e a pluma, cada um dentro de suas possibilidades.

O importante é agir. Não dá pra continuar de braços caídos à espera de uma orientação segura vinda do Planalto: ela não virá.

Um pensamento sobre “Fim da fila

  1. Falta na Presidência da República um “personal bolsonaro” 24 horas por dia para alertá-lo a não fazer bobagens e a falar besteiras. Essa prática do presidente é reflexo da ansiedade dele.

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